Hoje, no início de noite, indo à padaria deparei-me com uma cena, senão cômica, bastante infeliz. Um carro com o som nas alturas tocava as “maravilhosas canções” do “funk” atual, com direito a purpurinadas, tchutchucas e cachorras a sua volta. Os homens exibiam suas respectivas bebidas alcoolicas, como se isto fosse um troféu que comprovasse sua masculinidade.
Escrevo sobre isso pois é um tema que me preocupa bastante. Nos últimos meses temos visto freqüentemente na TV vários MC´s apresentando este estilo musical como cultura das periferias. A senhora Regina Casé que o diga, não é mesmo? Me desculpem, mas não posso compactuar com a idéia de que isto seja cultura. Estas músicas quando não fazem apologia ao crime, estimulam a sexualidade colaborando com a prostituição e a gravidez na adolescência. Não possuem nenhum conteúdo crítico, como em alguns “RAP’s”, referentes a realidade das periferias.
O que mais me admira é que “isto” está por todas as partes e as pessoas não se dão conta do absurdo que isto representa ao desenvolvimento crítico e social dos nossos jovens. A educação que já está de mal a pior, cede ao tráfico e a prostituição, por meio do funk, nossas crianças que deveriam estar sendo preparadas para ser bons cidadãos no futuro.
Se você ainda não teve a oportunidade de conversar com qualquer pessoa ligado a este meio, faça esta experiência. A impressão é que estamos conversando com uma pessoa sem cérebro, sem valores sociais e éticos. E em tempos de eleições ainda falam em voto consciente.
Não adianta propaganda na TV ou qualquer tipo de campanha para esclarecimento da população, senão começarmos a sanar os pequenos problemas que estão por aí, mas que ninguém percebe.
Acorda Brasil !
Um grande abraço a todos
Ítalo de Paula Pinto
Ontem, durante o intervalo de aulas na faculdade, fiquei perplexo com o que ouvi. O assunto, como não poderia ser diferente, abordava as eleições de domingo. Trocávamos idéias a respeito de pesquisas, idéias dos candidatos, planos de governo, corrupção, entre outros. Como todos que por aqui já são assíduos, já devem saber que defendo uma reforma ética e moral nesta nossa sociedade “pilantra”, considerando esta uma das mais primordiais reformas a ser feitas no país. Pois bem, ocorre que um de meus colegas soltou uma linda pérola: “Tem que roubar mesmo, se estivesse lá não faria diferente”. Um outro colega não hesitou: “Claro, você acha que se eu estivesse lá não desviaria alguma coisa?”. Peço desculpas antecipadamente pelo que fiz. Quando ouvi estes comentários, a única coisa que consegui fazer foi “puxar conversa” com outros colegas de classe. Agora, com a cabeça fria, acho que deveria ter sido mais enérgico e expressado meu ponto de vista.
Hoje a tarde vendo um pouco de TV deparei-me com a estória do pequeno Pedro Arthur. Este linda criança adquiriu meningite bacteriana e ficou tetraplégico com pouco mais de 1 ano de idade. Não sei se pelo fato de estar há um mês de me tornar pai, mas quando vi este fato meu coração doeu demais. Ver aquela linda criança deitada na cama, tendo de respirar com a ajuda de aparelhos, foi muito forte para mim.
Por isso, resolvi não ficar parado. Através do site 

Muitas são as críticas e reclamações quanto aos feitos do atual governo federal. Realmente não podemos deixar de salientar que o governo Lula passou bem longe de tudo aquilo que prometia ser quando fosse governo. Escandalos e falcatruas ocorreram com freqüência e é pouco provável que o presidente Lula não sabia de nada.