Te amamos Cecília !!
Um grande abraço a todos
Ítalo de Paula Pinto
Te amamos Cecília !!
Um grande abraço a todos
Ítalo de Paula Pinto
Caros amigos, nestes últimos dias passamos por um “bombardeio” de debates presidenciais. Isto sem levar em conta o da Rede Globo que acontecerá em poucos dias. As pessoas nesse país, mudam os canais para assistirem “algo melhor”. Mas o que dizer sobre isso a não ser educação, educação e educação !!!!
Os debates estão extremamente repetitivos. O de ontem, na TV Record, deixei a televisão ligada, com som alto e fiquei no pc procurando por coisas mais atrativas.
A não ser que aconteça algo muito escabroso, Lula não perderá estas eleições. Pelo que percebe-se, mesmo com todas as acusações por parte da mídia e de Alckmin, Lula conseguiu encontrar um viés que o transforma em “bom samaritano”, sempre em busca da verdade, nada mais que a verdade. Por isso, daqui pra frente o que ocorrerá será somente a contínua troca de acusações e ausência de propostas plausíveis. Como já disse em outras oportunidades, é tudo tão ruím que dá vontade de anular o voto.
O engraçado é que ainda existem pessoas que defendem com afinco um dos lados em questão. É o velho jogo da política mais como paixão do que como razão.
Como no futebol ! Quem será que vai ganhar o título ?? Não percam, a final é no dia 29 de outubro ! Alckmin será campeão pela primeira vez, ou Lula conseguirá o Bi ??
Grande abraço a todos…
Ítalo de Paula Pinto
Esses tempos atrás conversava com Renata, minha companheira, sobre como gosto de expandir as amizades por este Brasil à fora. Por ser bastante comunicativo e gostar de conversas inteligentes, procuro sempre conhecer pessoas que estejam o mais longe possível de minha morada. Utilizo os mais variados recursos que a internet nos dispõe para tal feito: e-mail, grupos de discussão, blogs, orkut e principalmente o Skype.
Comentava também que encontro mais facilidades em conversar com pessoas que estejam no nordeste, centro-oeste ou até mesmo no norte do país. Ah! Minas Gerais também é um bom local para encontrar pessoas boas para conversar. Geralmente são pessoas mais extrovertidas e agradáveis de se manter uma conversa.
Sou do estado do Rio de Janeiro e não consigo conversar freqüentemente com pessoas do meu estado, ou até mesmo de São Paulo. É até interessante, pois sempre que “puxo” algum assunto com alguém do Rio ou de São Paulo,já perguntam de cara “H ou M??”. Ou seja, o cara só utiliza este recurso com um único intuito, que não cabe ilustrar com mais profundidade por aqui. O simples fato de querer conversar sobre qualquer assunto já leva o indivíduo a pensar em homossexualismo. É muito preconceito, não é não ? Por esse motivo, encontro nas demais regiões do país pessoas mais receptivas a discutir temas da atualidade, comparar peculiaridades regionais, etc … É um grande aprendizado, que se estas pessoas citadas acima soubessem, não perderiam a oportunidade.
Mas tomara que seja apenas o fim de uma característica bastante grosseira e arcaica da maioria dos homens na sociedade.
Bom, vale lembrar que esses tipos de pessoas não existem somente aqui no sudeste. Existem em qualquer lugar, assim como as pessoas inteligentes também. No entanto, faço apenas esta observação, pois é um fator que sempre me chamou a atenção.
Um grande abraço a todos
Saudações aos amigos: Neto, Jonathan, Emanuel, Ery, Valter, Jayme, entre outros …
Ítalo de Paula Pinto
Não vou me estender nesse momento. Está um calor terrível aqui em Barra Mansa e meu cérebro não funciona como desejado nestas condições. No entanto, resolvi colocar uma reflexão aqui que acho bastante interessante.
Diante das eleições presidenciais venho percebendo algumas coisas que são suscetíveis de serem ressaltadas. Cansei de presenciar em blogs, sites e discussões no dia-a-dia, discussões acerca de quem seria o melhor para governar o país. Realmente este é um tema que deve ser discutido constantemente, pois é do futuro de todos nós que estamos tratando. Agora, o que não posso concordar são com os excessos. É impressionante o número de pessoas que assumem a posição de um candidato ou partido como filosofia de vida. Isto sem levarmos em conta a falta de ética e coerência por que passamos.
O pior é que geralmente as pessoas que defendem a ferro e fogo um candidato mal sabem sobre política, economia e desenvolvimento. Já vi muita gente quase partindo para briga em defesa de algum político. Quanta ignorância!
Aliás, quem me garante que após o debate da Band, Lula e Alckmin não foram tomar um café e jogar conversa fora ?? Pois é, pérolas são ditas constantemente: “Vou votar no Lula porque o cimento e o arroz estão mais baratos.” Ou até mesmo: “Voto no Alckmin porque ele tem postura de presidente, é mais bonito e vai se apresentar melhor lá fora”.
Aprendi com o tempo que quanto mais aprendo, mais sei o quanto é complexo toda a máquina administrativa que move este país. Por isso penso bastante antes de tomar alguma decisão ou expressar uma opinião. Analiso as mais variadas opiniões em busca de uma síntese, chegando o mais próximo, se é que isto é possível, de uma decisão justa e correta.
Mas como de costume, temos de lembrar da educação. Um povo que não estuda, se interessa somente por futilidades e coisas simples de entender, não consegue abordar temas mais complexos como estes. É verdade ! O governo é omisso na educação, mas muita gente já sabe da falta que ela faz na vida. Então porque continua na ignorância? Ah claro! Dá menos trabalho !
Grande abraço
Ítalo de Paula Pinto
Muito se diz pelo “mundão” a fora sobre as lendas das famosas sextas-feiras 13. Hoje, como não poderia ser diferente, o dia para muitos foi cheio de inseguranças e uma certa pitada de suspense.
Se fosse superticioso diria que o que ocorreu comigo hoje foi típico de uma sexta-feira 13. No entanto para que entendam o que pretendo falar, precisarei abordar um pouco do que tem acontecido em minha vida. Pois bem, estamos no mês de outubro, portanto, faltando 2 meses para o fim de minha graduação em geografia. Em julho passado passei no concurso da prefeitura de Volta Redonda e logo estarei lecionando, se Deus quiser. No entanto uma proposta de emprego bateu em minha porta, no momento em que menos esperava. Era resultado de um currículo deixado em uma empresa há meses atrás. Por faltar pouco tempo para o término da faculdade e a posse na prefeitura, resolvi ignorar a proposta e prosseguir com minha vida da mesma forma que vinha acontecendo.
Porém, dias após recebi um telefonema desta mesma empresa insistindo para que eu fosse trabalhar até que a prefeitura me chamasse. A proposta parecia tentadora, pois poderia faturar “um qualquer” até que tomasse posse efetivamente de minha vaga. Após dias passando por exames e cadastros, hoje, sexta-feira 13, foi o dia escolhido para que eu começasse a trabalhar.
Fui apresentado a equipe da qual faria parte e comecei a tomar nota de qual seria minha real função dentro do estabelecimento. Aos poucos uma força foi tomando conta de mim e uma voz lá do fundo dizia “O que estou fazendo aqui ?”. No meio de notas fiscais, documentos, carimbos e outras “cositas más”, fui percebendo que era, sem dúvida alguma, um estranho no ninho. Aliado aos fatores burocráticos, estava diante de uma equipe imatura (do ponto de vista intelectual), onde os dizeres mais freqüentes no escritório se restringia a termos pobres e de baixo nível.
Nos instantes que passei dentro da empresa fui tomando conhecimento do que o estudo nos faz. Ele realmente nos transforma, mas ao mesmo tempo nos afasta, sem que percebamos, do “povão”. É um processo que se não tivermos bom senso acabamos por nos isolar completamente. Lá tive a real impressão de como a educação é omissa nesse país. Inúmeros jovens e adultos com carência total de intelectualidade e reflexão. Interessante, em momentos eleitorais não consegui ouvir sequer alguém comentando sobre os bastidores do evento. Pelo contrário, temas voltados ao futebol, homossexualidade e mulher eram excessivamente citados. Não que estes sejam temas que não devam ser comentados, mas tudo em excesso estressa. A não ser claro, que estes sejam os únicos assuntos que os respectivos cérebros sejam capazes de assimilar.
Por fim, assim que sai do meu primeiro dia de trabalho, em uma sexta-feira 13, não suportei e tive que sair. Resolvi esperar estes dois 2 meses para que assuma minha real vocação. Sei dos percalços da educação, mas é um ramo onde estou inteiramente integrado. Tenho certeza que colherei bons frutos nela.
Fico por aqui …
Um grande abraço a todos …
Ítalo de Paula Pinto
Tentarei não me prolongar. Gostaria apenas de expressar minha indignação diante das atuais condições que nos cercam no Brasil. O debate de ontem, na TV Bandeirantes, foi desde o começo bastante dinâmico e agressivo. O candidato Alckmin atacou logo de início, dando um novo tom a sua campanha. No entanto, para tristeza minha e de muitas outras pessoas, os primeiros blocos do debate se restringiram à acusações de corrupção de ambas as partes. Ou seja, estamos tão bem servidos de candidatos para governar nosso país, que a disputa em questão é a de quem roubou mais ou menos.
O candidato tucano, sem dúvida alguma, leva a melhor neste quesito. Afinal, o caso do Dossiê é bem recente e Lula não soube apresentar respostas convincentes sobre de onde veio os 1,7 milhões. No entanto, no apanhado geral o debate foi ausente de propostas concretas. Enquanto Lula afirmava que o alicerce estava preparado e que agora o país iria crescer, Alckmin apresentava soluções fáceis para acabar com problemas complexos. Aliás, isso já é tradicional no cenário político brasileiro. “Vou fazer isso, aquilo, etc..” Ora, não queremos saber se vai ou não fazer, mas como o senhor irá fazer. Existe uma grande diferença nisso.
Um certo trecho do debate me chamou atenção. Talvez este tenha sido o momento em que Lula se saiu melhor que o adversário. Alckmin se referiu a política externa como um desastre, referindo-se a falta de pulso do presidente diante de temas polêmicos como Bolívia e ONU. O petista saiu-se muito bem. É inegável que a política de aproximação entre os países integrantes do Mercosul está acontecendo. Lula privilegiou o mercado sul/sul. Nosso bloco nunca esteve tão coeso. Quando abordou o caso Bolívia tocou no ponto crucial quando se referiu a necessidade da população boliviana em possuir o único recurso disponível para o desenvolvimento do país. Todo país deveria ter feito política semelhante. Meus caros, é claro que algumas atitudes de Evo Morales foram drásticas e deveriam ter sido negociadas no campo da diplomacia. Mas fazer, como sugeriu o tucano, pressão na Bolívia afim de defender os “interesses do Brasil”, é fazer a mesma política de grandes como o próprio Estados Unidos. Inclusive nosso presidente até citou George W. Bush.
Para falar a verdade, não gostaria que nenhum dos dois vencesse. Cristóvam foi meu candidato no primeiro turno. É chato repetir freqüentemente, mas toda reforma do país passa pela educação, e estes dois candidatos atuais não abordam o tema com devida seriedade.
Por fim gostaria de lembrar um momento que pode ter passado despercebido para alguns. Quando perguntada sobre o debate, Marta Suplicy foi sarcástica e indigna de merecer qualquer cargo importante neste país. Referiu-se a Geraldo Alckmin com desdenho e arrogância, chamando-0 de “fraquinho” com leve sorriso de deboche. Não gostei! Aliás é comum este tipo de atitude no PT. Mesmo com propostas diferentes, qualquer que seja o adversário merece respeito. É o Brasil que está em jogo. Vê-la falando dessa forma, lembra a uma criança brigando com seu amiguinho por um assunto pífio. Nota zero para ela.
Bom amigos, concordando ou não com minhas idéias os comentários estão disponíveis para discutirmos o tema com mais profundidade.
Um grande abraço a todos
Ítalo de Paula Pinto
Após verificar o resultado da última corrida de fórmula 1 e descobrir que felizmente o alemão havia se dado mal, comecei a navegar pela internet e visualizar uma série de homenagens feitas a Michael Schumacher. Como todos sabem, após o GP do Brasil, o alemão finalmente estará dando adeus às pistas, dando fim a uma era.
Não tenho como pensar em Schumacher sem lembrar do meu grande ídolo Ayrton Senna. Mesmo nunca tendo gostado do alemão, sinto com sua despedida da fórmula 1. Afinal, ele já estava nas pistas quando nosso querido Ayrton se foi. Por isso, sempre vi um pouco de Senna em Schumacher. Não sei, mas parece que o fato de pilotos da época de Senna deixarem as pistas, me afasta ainda mais daqueles áureos tempos.
Quando Senna morreu tinha 11 anos. Sofro imensamente ao lembrar daqueles momentos. Chorei dias e dias e me sentia literalmente órfão. Perguntava-me como seria daquele dia em diante. Mesmo assim algo me dizia que com o tempo a dor diminuiria e uma saudade gostosa permaneceria. Hoje, passados 12 anos do fatídico domingo, certamente que a dor é menor, mas em muitas ocasiões ela volta demonstrando que aquele foi um momento que ficara marcado por toda minha vida.
Senna foi meu herói. Meu amigo dos domingos. Parece bobeira, mas em algumas ocasiões sinto em não ter podido mostrar o que representou Ayrton Senna, aos meus sobrinhos e os mais jovens.
Procuro não pensar que ele foi embora. Quando a saudade aperta, recolho-me aos vídeos, fotos e áudios que guardo com muito carinho. Sei que tive o privilégio de ter pertencido a uma época magnífica. Eu vi o Ayrton correndo! Vi ser campeão! Isso me faz muito feliz!
Sempre me lembro da mensagem que diz que é na infância que as emoções são mais marcantes. Senna marcou minha vida e sua imagem estará junto comigo para todo o sempre.
Obrigado AYRTON SENNA,
Um grande abraço a todos
Ítalo de Paula Pinto
O mundo atual é caracterizado por ser individualista, competitivo e egoísta. Muitos apontam como características que o sistema capitalista neoliberal nos impõe. Se analisarmos friamente, mesmo tendo o povo brasileiro como alegre e receptivo, algumas ocasiões nos comprovam esta certa frieza. Noto freqüentemente na atitude dos pais de hoje, posturas que insitam desde pequeno os princípios de individualismo e competição. Por isso, em épocas eleitorais, nada melhor do que associar um assunto com o outro.
Desde muito cedo, os pais estimulam constantemente seus filhos, para que eles estudem. A princípio, esta idéia é ótima e nada melhor do que a educação para alimentar a mente. No entanto, os pais utilizam um recurso bastante cruel e que não contribui em nada para o desenvolvimento intelectual e crítico do país. Quantas vezes ouvi pais dizendo: “Meu filho, você tem que estudar! Para ser o melhor e ganhar muito dinheiro ! “. Quanta pobreza de espírito!
A verdadeira contribuição seria: “Meu filho, estude !! Assim você se tornará um cidadão consciente e esclarecido. Saberá votar em pessoas descentes, justas, honestas e comprometidas com o país. Desta forma o Brasil crescerá, tornando-se melhor para todos. Conseqüentemente, obteremos mais empregos, educação, saúde e outras melhorias”. Se fosse desta forma, estaríamos contribuindo com eficácia para o futuro do nosso país.
O problema está justamente aí! Todos buscam o estudo como forma de realização financeira pessoal. Enquanto estivermos pensando no nosso próprio umbigo, como poderemos pensar em um país melhor.
Na verdade, a grande maioria da população é hipócrita. Lamenta do mundo e do nosso cotidiano, mas se o seu estiver garantido, o resto que se dane ! O pior é que todos temos um pouco disso. Temos que combater este mal a cada dia em busca de uma melhoria como ser humano e cidadão.
Fico por aqui …
Grande abraço a todos
Ítalo de Paula Pinto