sexta-feira, 30 de novembro de 2007

O valor do aprendizado.

Em nossa sociedade somos condicionados a tomar determinadas atitudes ao longo de toda nossa vida. Percorremos os mesmos caminhos que todos fazem sem distinção. Não que isso seja algo incorreto, mas uma vez condicionados perdemos a real importância de determinadas atitudes ou fases, fazendo com que deixemos passar boas oportunidades de evoluir enquanto ser humano e cidadão.

Na escola não poderia ser diferente. Essa fase pode ser definida como uma das que mais nos condicionam na vida. Desde cedo aprendemos como nos proceder e a encarar os estudos. Aprendemos também todo funcionamento dessa instituição e a como "viver" dentro dela.

A grande maioria dos alunos, atualmente, não liga para a escola. Não dão valor aos estudos e ao que ele pode proporcionar no futuro. Isso é fato! Apesar de costumeiramente acusarem os profissionais da educação de incompetentes, o que não deixa de ser uma verdade, em partes, a grande verdade é que boa parte dos alunos, para não dizer quase todos, detesta a escola ou os estudos. Entretanto, nem tudo é trevas. Ainda conseguimos encontrar alunos verdadeiramente comprometidos com os estudos.

Eis aí o grande dilema na educação! Estes mesmos alunos estão condicionados a se comprometer com os estudos, apenas com o intuito de ser aprovado e passar de "nível". O "conhecimento" apresentado é apenas assimilado para uma prova e não encarado como a aquisição de conhecimentos e o aprimoramento intelectual. Esse é um dos principais fatores que ao fazer qualquer tipo de questionamento a um aluno, este não consegue responder ou refletir sobre o assunto. São trabalhados para decorar e vencer testes.

No fim de um ano letivo isso é evidenciado ainda mais. Até mesmo aqueles vulgarmente conhecidos como "CDF´s", não dão importância a qualquer tipo de debate proposto em sala. O motivo? Já "passaram de ano", não precisam mais saber de nada.

Assim, a escola se perpetua formando ignorantes e incapazes de refletir e discutir os mais importantes temas no país e no mundo.

Lastimável!

Um forte abraço a todos.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Jô Soares na mira da Justiça.

Ontem, através do grupo de Discussões Mundo em Debate, tive conhecimento das últimas envolvendo o apresentador Jô Soares com a Justiça Brasileira. De acordo com a notícia, o Ministério Público estaria investigando o apresentador por possível preconceito contra os negros, devido a uma entrevista sobre a cultura de alguns povos angolanos.

De fato, não temos como negar que o apresentador sempre quis aparecer mais que o entrevistado. Suas piadas inconvenientes, sempre interrompendo o convidado, evidenciam o fato. De qualquer forma, todos sabemos que o apresentador já possui essas características há um bom tempo, não debochando apenas de costumes alheios, mas de gordos e qualquer outro tipo de indivíduo que possua algo que o diferencie dos demais na sociedade. Aliás, isso já é uma prática comum em qualquer setor da sociedade. Eu, por exemplo, como professor, comprovo isso freqüentemente dentro das salas de aula.

A televisão aberta, como meu amigo Gianni bem afirmou, está cada vez mais ridícula. A programação sem conteúdo de qualidade contribui significativamente para o "emburrecimento" da população. Todavia, acredito que exista um certo exagero por parte da justiça nesse caso em questão. Não estaríamos dando importância demais para temas que não renderão muita coisa? Será que não existem problemas mais complexos que merecem mais atenção?

Os grupos ligados a defesa dos direito dos negros, possuem uma causa nobre. Mas que infelizmente, em alguns casos, perdem o foco da questão também dando muito importância para acontecimentos tolos e menos importantes para toda sociedade. Tudo é uma questão de organização e de focar os verdadeiros problemas no país.

Um forte abraço a todos.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Jeitinho brasileiro

Por definição: o “jeitinho” brasileiro representa, em uma expressão de fácil entendimento, a malandragem histórica do nosso povo. Malandragem com a qual temos contato desde pequenos e ouvimos constantemente nos meios de comunicação e, indiretamente, presenciamos nos atos das pessoas. Há quem tenha orgulho do “jeitinho”, que por ser tão comum, até prefiro omitir as aspas. No entanto, a idéia do malandro está associada à esperteza, como se houvesse algo de esperto em dizer “odeio político ladrão, mas se estivesse no poder, também roubaria”. O cidadão heroicamente afirma que tem orgulho de ser brasileiro e por isso naturalmente faz uso do jeitinho, mas não percebe que esta “marca nacional” é uma das impulsoras do nosso regresso.

Esses dois últimos anos foram marcados pela corrupção explícita. A dúvida que fica é se vamos assistir a mais momentos corruptos ou se veremos esse câncer se extinguir. De fato, a corrupção não vai acabar, ela é inerente a todos os povos. E não é difícil de imaginar que não são apenas nós que somos ‘espertinhos’. No mundo, há muitos outros povos que também seguem a mesma linha de conduta individualista que seguimos, todavia há lugares onde isso é minimizado. Por quais motivos? Talvez uma melhor eficiência da Justiça ou uma boa consciência coletiva. É difícil definir porque o jeitinho é um fantasma abstrato que nos rodeia, mas traz problemas bem concretos.

Na prática, o jeitinho é uma maneira da pessoa se colocar entre o certo e o errado. Ela sabe que o que está fazendo não é moralmente correto, mas perdoa a si mesmo porque também sabe que estará saindo na vantagem. Assim, qualquer transgressão é justificada, e a pessoa vai vivendo seguindo a Lei de Gérson: “O importante é obter vantagem em tudo”.

Aquele velho papo de que os valores estão invertidos – ou subvertidos – fica ainda mais presente. Qualquer ato que deveria servir como exemplo de moralidade torna-se inútil, pois a sociedade chega a ponto de ser tão materialista que ignora a ética, a moral e outros valores que não são palpáveis. A partir daí, o convívio social vira algo desregrado, e não estou falando de leis, estou falando de sensibilidade coletiva. Muitas leis não seriam necessárias se as pessoas tivessem a noção dos seus limites, obedecendo a liberdade dos outros.

A diferença entre o jeitinho brasileiro e o “jeitinho internacional” é que agregamos essa malandragem como característica cultural do Brasil, assumindo uma postura diferente e orgulhosa de detonar os outros, que somos nós mesmos. E a política? Nesse caso a situação piora quanto notamos que os governos – ou detentores do poder, de uma forma geral – são tão desregrados quanto nós. Aí, o mau exemplo da política torna a sociedade um caos, onde as pessoas sacaneiam por uma questão, digamos, de sobrevivência moral.

Considerar que só porque diversos políticos roubam ser uma explicação razoável para exercer o jeitinho, mesmo em coisas menores do que superfaturar uma ambulância, é mergulhar de cabeça em um círculo vicioso do qual ninguém quer intervir, todos querem participar e muitos sofrem com isso.

Ter orgulho do jeitinho é, sem mais, aceitar toda a situação presente que adoramos criticar. Sei que roubar uns milhões é diferente de subornar um policial, mas ambas as situações estão no mesmo patamar ético, partiram de uma mesma iniciativa extremamente egoísta. Viver na surdina, burlar as regras, fazer vista grossa às normas e muito mais podem até dar um gosto de aventura, entretanto deve-se perceber que exaltar o individual em detrimento do coletivo é uma forma ignorante de suicídio. Sem notar, a sociedade vai cortando seus pulsos de pouquinho em pouquinho. Numa morte lenta e deliciosamente terrível.

Adriano Senkevics escreve para o Letras Despidas

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Incoerências de um Brasil que não aprende.

Acredito que já tenha falado sobre esse tema no meu antigo endereço. De qualquer forma, é sem bom voltamos a bater na mesma tecla com o intuito de alertar a população para que não continuemos a cometer as mesmas brutalidades com as camadas menos favorecidas. No nosso país, inserido neste sistema que privilegia o supérfluo em detrimento do básico, estamos sempre fazendo opções por idéias que não traduzem as reais necessidades de todos enquanto seres humanos.

Nos últimos tempos a idéia defendida é a da inclusão digital. É claro que não posso utilizar este espaço para simplesmente atacar esta tal inclusão. Esta caracteriza-se por ser um importante componente para a formação de qualquer cidadão. Contudo, este conceito tem sido apresentado de forma tão massacrante, que faz-nos pensar ser uma necessidade fundamental à vida de qualquer indivíduo.

Como podemos pensar em inserir a grande massa brasileira no mundo cibernético, se eles ainda não possuem emprego decente, acesso a educação e saúde de qualidade e todas as suas necessidades mais importantes e básicas sanadas? Mais uma vez atropelamos necessidades primordiais por necessidades também importantes, mas não mais que as anteriores.

E temos um detalhe também muito interessante. Freqüentemente matérias jornalísticas documentam a famosa inclusão nos mais remotos lugares desse país continente. Até este ponto tudo perfeito! Não bastasse perceber que o computador é utilizado de forma totalmente errada pelos jovens. Transformou-se em um recurso que dissemina o mau uso da língua portuguesa e a propagação de inutilidades. Resume-se tudo a Orkut e MSN. Que inclusão é esta? Inclusão que contribui para a burrice e futilidade alheia? Essa eu não quero.

Forte abraço a todos.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Ferro Velho

Há alguns dias venho tendo dores de cabeça com o carro, justamente por não conseguir encontrar algumas peças que complementam seu painel. Por ser de 1993, algumas peças já pararam de ser fabricadas e nem mesmo em São Paulo venho obtendo êxito na aquisição de tais mercadorias.

Tenho ouvido freqüentemente a mesma informação de que para conseguir as peças, apenas nos famigerados ferros velhos conseguiria tal feito. Apesar de muitos afirmarem que trata-se de um negócio legal que apenas compra veículos batidos ou sem uso, é difícil conceber a idéia de que um ferro velho seja um mercado honesto e digno. Inúmeros estabelecimentos desse tipo são abastecidos freqüentemente por materiais roubados em diversas cidades. Inclusive, quando pagamos seguro, equipamos o veículo com alarmes e travas, certamente pensamos que a possibilidade de sermos furtados ou roubados é grande nos dias atuais.

De qualquer forma, mesmo com o medo a grande maioria das pessoas não deixa de freqüentar os tais estabelecimentos em busca de peças mais baratas ou raras para seus veículos. Será que é difícil entender a lógica da situação? Ou fazemos vista grossa para o problema? A verdade é que quando compramos peças do ferro velho estamos mantendo um mercado paralelo de roubo de veículos. Afinal, os furtos continuam pois alguém certamente adquiri as peças roubadas mais tarde.

Será que quando se compra uma peça dessa, não percebe que esta poderia ser oriunda de um carro de uma outra pessoa, que agora sofre por ter perdido seu bem material? Será talvez que não se pense que qualquer dia desses possa ser o seu veículo furtado? Reclamamos da violência generalizada, mas não percebemos, ou mesmo ignoramos, que a própria sociedade que mantém todos os esquemas ilegais que freqüentemente ocorrem.

Vale a pena refletir !

Forte abraço.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Poderíamos nos queixar da vida?

Amigos, por sugestão do Ronald, conheci a história da menina Flávia que teve seu cabelo sugado pelo sistema de sucção da piscina do condomínio onde morava. A coragem dessa mãe nos mostra que na vida inúmeras vezes reclamamos em excesso sem necessidade. Deixo aqui minha mensagem de apoio a esta família que já há 9 anos passa por essa situação. Não poderia deixar de disponibilizar abaixo um texto que Odele, mãe de Flávia, fez para ela em 2000. Reflexão nessas horas é fundamental.


ACORDE....

Flavia, acorde Princesa,
O ano 2000 já chegou, e você nem notou,
Ausente que está nesse sono tão longo...
Já faz hoje dois anos...acorde, vem cá...
Sinto falta de ouvir pela casa seus passos,
E me angustia não mais receber seus abraços.
Vem filha, me explicar o que eu não entendo,
- POR QUE COM VOCÊ?!
Nessa sua viagem de sonho, você já deve ter
Se encontrado com Deus e com os anjos.
Eles já lhe disseram filha, POR QUE??
Por favor acorde e me diga, eu preciso entender..
Disseram querida, que sofrendo eu vou aprender,
Mas como posso aprender a ficar sem você?!
Como pode Princesa, alguém aprender pela dor?
Até onde sei, o AMOR é que deveria ensinar...
Eu te amo filha, por favor, use este amor
Para achar seu caminho de volta.
Siga meu amor como uma luz
Para você aprender a voltar
E eu estarei aqui filha, todos os dias
A te esperar, a te esperar, a te esperar....

Odele Souza
06 de janeiro de 2000.

Um grande abraço a todos.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Sugestão de leitura ...

Quanto ao ser humano, num ponto ele de fato difere dos outros animais. Insiste em prestar reverência a uma hipótese implausível, que se provou desnecessária e, nos dias de hoje, tem-se mostrado mais destrutiva do que agregadora.

Na íntegra.

Hélio Schwartsman

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Como as coisas mudam ...


'Uso de gás natural em veículos não é eficiente, não é o melhor uso'
Sérgio Gabrielli - Presidente da Petrobrás

Bom, acho que esqueceram de me avisar que estou no país errado. Será que mudei de lugar, ou mais uma vez conceitos foram invertidos totalmente? Há tempos atrás, para não dizer menos de 10 anos, o GNV fora amplamente difundido como uma alternativa a gasolina. Estados, como o meu Rio de Janeiro, a exemplo, estimularam a utilização fazendo um grande abatimento no IPVA dos veículos que fossem movido por GNV.

Contudo, da mesma forma que o famigerado Pró-Álcool, os conceitos em relação ao combustível e sua utilização foram totalmente alterados após a crise que se iniciou na semana passada. Chegamos ao ponto de verificar a afirmação do presidente da Petrobrás, Sérgio Gabrielli, de que o uso do gás natural em veículos não é eficiente. Será que só viram isso agora? Por que antes era útil e da noite para o dia passa a não ser mais? Percebe-se claramente o desespero em desestimular a utilização do combustível por incompetência de um governo, ou mesmo de um país, que não termina nenhum projeto que inicia. Estava claro para qualquer leigo que com todas as vantagens do combustível, aliado ao estímulo massacrante do estado, que o consumo aumentaria em larga escala ao longo dos anos que se passaram.

Além do presidente da Petrobrás, o Ministro de Minas e Energia,
Nelson Hubner, afirmou que o governo estuda medidas para desestimular o uso do gás natural em veículos, confirmando a tese de que mais uma vez a população foi manipulada por políticas sem planejamento e estrutura para se manter.

Começo a ficar cansado de tanta palhaçada descarada que acontece no país sem qualquer reação direta por parte da população. Sujeitamo-nos a qualquer situação, esprememos nossos tostões para suportar os desarranjos de políticos corruptos. Até quando? Até sempre, creio eu.

Somente a título de comparação, no dia 13 de outubro de 2003 uma matéria da Folha dizia que em um prazo de 10 anos, chegaríamos a uma frota de 1 milhão de veículos rodando com gás natural veicular. Prova de que há apenas 4 anos atrás tudo caminhava perfeitamente neste setor energético. Esse é o nosso país! Esse é o nosso Brasil!

Um forte abraço a todos.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Dia de domingo atípico...


Uma das coisas mais gostosas de se fazer na vida, ao meu ver, é andar de bicicleta. Como havia dito aqui há algum tempo, a bicicleta voltou a ser um meio de locomoção bastante atrativo e certamente os passeios estariam de volta. Como não poderia deixar de ser, neste domingo fui convidado para uma volta leve por alguns bairros da cidade. Topei de primeira!

O grande detalhe foi que a volta leve se transformou nessa imagem que vocês estão vendo acima. O trecho grifado em vermelho foi a rota que fizemos em pouco mais de 2 horas. Distância? quase 30 km! Isso mesmo, por alguns momentos achei que não ia conseguir, pois como podem ver na imagem Barra Mansa está situada em uma região de domínio de mar-de-morros, típico de climas quentes e úmidos. Dessa forma, tive de fazer bastante esforço para vencer alguns "morrinhos". De qualquer forma, no final tudo transcorreu perfeitamente. Foi bom demais passar por caminhos e perceber que por mais que nossa rotina se transforme, podemos manter aqueles hábitos tão sadios e proveitosos de outrora.

Em breve volto por aqui para contar mais algumas sagas de um antigo e novo ciclista por Barra Mansa. Um forte abraço a todos.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Gás Natural

A Petrobrás deu nesses últimos dias mais uma demonstração de como o planejamento se configura como algo distante de tudo que se faz no país. Devido a escassez de água nos meses passados o gás natural teve de ser canalizado com maior intensidade para as usinas termoelétricas, para que suprissem a carência de produção de energia pelas hidrelétricas. Até aí tudo bem, não bastasse o fato de que inúmeros postos de GNV - Gás Natural Veicular, e várias residências terem de ficar sem o combustível devido a medida.

Como se retira subitamente um combustível tão utilizado pela população do Rio e regiões vizinhas? O interessante é que a utilização de tal combustível foi estimulada em larga escala pela própria Petrobrás. Hoje o atual presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, veio a público dizendo que o país deveria desestimular o consumo do gás natural.

Estamos certos que diante de uma crise energética o combustível necessário deve ter seu uso canalizado para as funções mais vitais no país. De qualquer forma, não se faz o que faz no país com a população, manipulando-a sem se preocupar com nada. Inúmeras pessoas fizeram investimentos em seus veículos, por exemplo, aproveitando-se dos incentivos que o governo concedera na época. Esses fatores não são levados em conta.

A irresponsabilidade de não se fazer investimentos necessários já é antigo nesse assunto. Quem não se lembra de Evo Morales e sua nacionalização do gás natural? Desde aquela época nada de significativo foi mostrado para que se sanasse o problema. Pelo contrário, mostrar investimentos pífios nesse momento não basta. Aliás, no Brasil as medidas sempre são tomadas de forma a remediar um problema e não no sentido de prevenir para que não aconteça.

Aproveitando-se o ensejo, crises como estas nos fazem perceber como a busca por combustíveis alternativos, renováveis e limpos se faz cada vez mais necessária. Inúmeras indústrias de grande porte tiveram de substituir o gás natural para o óleo combustível em pouco tempo, devido a atual crise. Mesmo com os avanços nas setores do biodiesel, essas substituições devem ocorrer logo para que não dependamos sempre de um combustível finito e poluente.

Apesar dos investimentos serem muito grandes, países como Dinamarca, Noruega e Suécia começam a provar que a energia limpa é o futuro do planeta. Nosso país apresenta condições favoráveis para o aproveitamento de todas elas. Seja no potencial, hidrelétrico, eólico, solar e dos biocombustíveis.

Um forte abraço a todos.