terça-feira, 30 de setembro de 2008

Somos otários?

A notícia de que o Iphone 3G chega ao Brasil com o preço mais caro de toda América do Sul nos faz pensar sobre a inteligência dos brasileiros. Até hoje não consigo entender como um aparelho e planos do Iphone no Equador podem chegar a ser R$600,00 mais barato do que no Brasil. Acho que em nosso país reina a máxima de explorar primeiro os otários de classe alta para depois conceder os restos de uma tecnologia talvez já obsoleta às classes média e baixa.

É por isso que fico indignado quando nos chamam de emergentes ou coisas do tipo. Do que adianta melhoramos no cenário econômico se as tecnologias continuam a chegar aqui com os preços nas alturas? E o engraçado é que quando comparamos nossas diferenças com potências desenvolvidas temos a justificativa de que eles são os criadores da tecnologia, e possuem desenvolvimento econômico e social maior, aliado a um excelente poder aquisitivo. E quando os nossos vizinhos conseguem mais vantagens do que nós? O que falar então de países como Equador, Venezuela e Uruguai? São melhores economicamente do que o Brasil? Certamente que não. Alguma coisa está errada! Não sei se são fatores externos ou internos, mas a questão é que somos freqüentemente explorados pelas empresas fornecedoras desses serviços. E o pior é ter a impressão de que apenas o nosso país faz parte dessa "maracutaia".

Até mais.

sábado, 27 de setembro de 2008

Educação e desabafo ...

Em um artigo de Demétrio Weber foi concluído que o número de jovens entre 15 a 17 anos nas escolas está diminuindo. Ainda de acordo com o texto, o governo, tentando reverter o problema, começará a ampliar ainda mais o Bolsa Família fornecendo quantias extras a esta faixa etária. Outro ponto salientado foi o fato de o governo ter universalizado apenas o acesso a educação mas não a sua permanência.

Bom, os que já estão acostumados a ler meus textos já devem estar cansados de saber como sou contrário a estas políticas assistêncialistas que pouco colaboram para o desenvolvimento do país. Fornecem R$20 ou R$30 por mês para que o aluno apenas permaneça na escola. O problema reside no fato de que a quantia está atrelada a permanência nas escolas e não ao rendimento. Sendo assim, inúmeras famílias só vão à escola para reclamar da freqüência, pois dessa forma perderiam o auxílio do governo. Poucos se interessam pelo rendimento do aluno e pela qualidade geral de formação que seu filho está passando. Até porque também foram vítimas do descaso com a educação no passado.

Voltando ao fato do governo apenas facilitar o acesso e não a permanência. Ora, do que adianta universalizar um serviço se este não é acompanhado de investimentos para aumento proporcional da qualidade do ensino. Aí reside o motivo dos alunos não continuarem nas escolas. A grande maioria que entra é mal alfabetizado e desde as séries iniciais vão acumulando defasagens. Basta ir em qualquer colégio público e verá inúmeros alunos do 8º e 9º anos semi-analfabetos e muitos analfabetos funcionais. Pergunto aos que aqui estão! Como chegaram até essa série sem saber ler e escrever? Simples! As famigeradas políticas que trabalham apenas para melhorar as estatísticas e não a realidade do ensino. Aprovam-se alunos de qualquer jeito para que o índice de aprovação esteja sempre acima da realidade. E no final ainda temos de assistir em rede aberta de televisão uma atriz relatando com entusiasmo os "excelentes" resultados do IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básicas. No final, uma educação desestruturada contribuirá para evasão escolar com toda certeza.

Querem investir em educação? Comecem a investir não só na parte concreta da educação, mas também na abstrata. Invista no profissional para que ele tenha um salário condizente com sua importância e não tenha que trabalhar em 2 ou 3 empregos. Assim, a qualidade saltará consideravelmente. As escolas também deveriam contar com uma equipe de apoio com profissionais ligados as áreas de psicologia e psiquiatria e demais áreas de saúde como médicos, dentistas, etc. Por último viriam os recursos inovadores ligados a informática e tecnologia, que diga-se de passagem, fazendo vistas aos votos futuros, vemos escolas abarrotadas de computadores sem uso, pois não existem treinamento e softwares próprios para utilização em uma escola. Logo, tudo vira um jogo comercial e político.

Portanto, educação é um assunto sério que deveria ser tratado como tal. Caso contrário, continuaremos andando em círculos procurando culpados para tudo.

Um desabafo que adoraria receber comentários.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

A globalização na relação político-econômica

Observação inicial: devido à falta de consenso, neste texto vou considerar globalização sinônima de mundialização.

A globalização vai além de uma questão econômica, embora sua essência se dirija a essa. O filósofo contemporâneo Comte-Sponville, destaca que, infelizmente, globalização tornou-se sinônimo de capitalismo, o que é incorreto, porque o capitalismo existe há mais tempo que a globalização, e também que há o projeto, como o próprio Marx queria, de existir um comunismo mundializado.

Entretanto, o capitalismo agregou diversos aspectos da globalização, não deixando de ser coisas diferentes. Hoje em dia, ser contra a globalização significa ser contra grande parte de conhecimentos adquiridos pela humanidade. A globalização, por exemplo, está inscrita na revolução tecnológica, que por sua vez está arraigada ao nosso cotidiano. Renunciar a ela é deixar para trás avanços importantes na área de comunicação, de transporte etc.

Vejamos: aqueles que são contra a política de subsídios agrícolas por parte dos países desenvolvidos argumentam que existe uma forma diferenciada de competição. O que isto significa? Ser contra a globalização que favorece os desenvolvidos em detrimento dos subdesenvolvidos? Não, pelo contrário, é defender mais mundialização, retirando barreiras entre relações internacionais.

Por que tanto se discute os efeitos da globalização no desenvolvimento? O fato é que ocorre uma defasagem entre a economia globalizada e as políticas nacionais, porque a maior parte dos problemas econômicos se encontra em escala global, enquanto as decisões, as ações para soluciona-los, se encontra em escala nacional.

Como a política de um único país pode alterar significantemente uma relação global da economia? Não seria possível. Uma das opções, como disse, seria renunciar à globalização e aí cada um cuida do seu próprio umbigo. Isto seria absurdo ou no mínimo impraticável. A outra opção é articular-se dentro do jogo político global.

Dessa forma, surge a necessidade de fortalecer blocos comerciais, com parceiros de interesse, como poderia ser o Mercosul. Já os EUA, acusado de ser hegemônico, sua hegemonia deve ser combatida para um bom funcionamento da globalização. A China, de certa forma, tende a enfraquece-lo com maior participação comercial. A Europa, que não é um país, está bem fortalecida porque a União Européia consolidou-a na globalização.

Da melhor maneira, a política mundial que poderia surgir passa longe da criação de um Estado mundial (outro absurdo), ou da eleição de um líder. Poderia ser a articulação entre Estados, com participação de instituições públicas e privadas e também de organizações não-governamentais (ONGs) que representariam interesses das populações, em escala local.

Isto é uma sugestão para um possível debate que estou tentando trazer à tona, não que seja, evidentemente, minha opinião declarada. Pois, o risco da situação continuar como está é, segundo Comte-Sponville, o Estado se tornar impotente e o mercado, onipotente. Se negarmos a globalização, cometeríamos o erro inverso. Sabe-se que, hoje, não é possível desejar distribuição de renda se não se gera renda, da mesma forma que não podemos nos entregar ao ultraliberalismo, que gera renda, mas não a distribui. O que vocês acham?

Pré-Sal e educação ...

A semana de provas chegou e com ela o emaranhado de coisas para fazer. O final do 3º bimestre se aproxima e temos de estar com os diários fechados para não acumularmos afazeres. Por incrível que pareça o ano de 2008 parece estar indo embora o mais rápido possível. Por isso o ritmo de postagens cai um pouco nessa época por não possuir tempo disponível para tal prática.

Voltando ao assunto do título, já é de conhecimento da maioria que o governo tem deixado bastante claro que a educação terá tratamento privilegiado com os recursos do petróleo. A meta seria aumentar o investimento de 4% para algo em torno de 6% a 7% do PIB. Em um artigo anterior havia abordado que com a tal da DRU - Desvinculação de Recursos da União, o governo conseguiu uma forma de usar mais recursos públicos como bem entendesse, diminuindo indiretamente os recursos para educação.

Dessa forma, fica difícil saber em quem acreditar. No mais, como professor, fica o sonho de que tudo isso não fosse apenas demagogia política e ultrapassasse o campo da teoria para prática. Teríamos de ver a partir desse ponto não o quanto gastar mas como gastá-lo. Sabemos que no nosso país muitas vezes não faltam recursos. Falta planejamento e menos corrupção na hora de empregá-lo.

Como sonhar ainda não está sendo taxado com impostos, não custa pensar que nosso país poderia mesmo melhorar.

domingo, 21 de setembro de 2008

Minha pequenina ...



Esse vídeo serve para refletirmos sobre o que realmente precisamos na vida. Nossa atual sociedade privilegia o "ter" em detrimento do "ser". Hoje, pela manhã, minha mãe mostrou-me uma frase do livro O Pequeno Príncipe que ilustra bem a respeito:

O essencial é invisível aos olhos ...

Um excelente final de domingo!

sábado, 20 de setembro de 2008

Detalhe da crise

Muito bem lembrado pelos amigos Lino e Juliano, o interessante da crise é que ela nos faz relembrar que na hora da divisão dos lucros poucos aproveitam o montante. A grande massa da população desfruta das migalhas que sobram. No entanto, quando a crise chega a conta é muito bem dividida entre todos os cidadãos contribuintes. Muitos norte-americanos estão sentindo na pele o que representará o pacote da salvação que, segundo alguns analistas, pode chegar a 1,3 trilhões de dólares (10% do PIB).

O capitalismo pode ser talvez o sistema que melhor tenha se adequado ao homem. Mas cabe-nos sempre salientar que é excludente, desigual e auto-destrutivo. Esteja certo que os últimos acontecimentos ainda não representam o derradeiro fim do sistema. Afinal, ele sempre ressurge das cinzas, como uma Fênix, através de pacotes emergenciais. Mesmo diante de crises maiores como a possível escassez do petróleo, ele se encarregará de achar um caminho. Às custas de muitas vidas, é claro!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

E a Igreja Católica ...

Apenas como um comentário superficial, ontem à noite assistindo TV tive a incrível notícia de que a Igreja Católica finalmente aceitou a teoria evolucionista de Charles Darwin. Não sei, mas depois de tantos avanços científicos ficou difícil sustentar que os homens realmente surgiram de Adão e Eva.
 Estava meio forçado. 

Essa instituição caminha inevitavelmente para o confronto com um mundo que já não aceita teorias reveladas. A ciência busca comprovar suas idéias e por isso vive em constante mutação. Dessa forma, a teoria de Darwin passou por séculos de contestações para ser finalmente a mais aceita. Nada permanente, é claro ... 

Por fim, o reconhecimento do Papa foi feito mas não houve sequer um mísero pedido de desculpas ao cientista Darwin, que fora massacrado em seu tempo.


segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Crise norte-americana


Chamada por inúmeros analistas de a maior crise desde 1929, muitas são as questões que pairam pelos variados setores da sociedade. A notícia de que o banco Lehman Brothers fez o pedido de concordata provocou alvoroço em todo cenário internacional, jogando as bolsas de valores no chão.

Acostumados com um modelo de sociedade baseado no consumo acima dos padrões, os Estados Unidos seguiram décadas mostrando ao mundo que quanto mais consumo mais seus dólares circulariam provocando aumento constante de sua economia.

O início da crise teve haver com a quebra do setor imobiliário, causado pelos altos índices de inadimplência por parte dos norte-americanos. Acostumados aos gastos extremos muitos cidadãos estadunidenses se viram sem saída quando o ritmo dos seus gastos superou a capacidade de quitação das dívidas.

Como muitos desses bancos possuem investimentos em setores imobiliários, podemos dizer que a crise norte-americana provocou um efeito dominó motivando a quebra generalizada no país. Deixo disponibilizado uma matéria que explica mais detalhadamente os fatores que motivaram a quebra do Lehman Brothers com seus 158 anos de idade.

sábado, 13 de setembro de 2008

Picasa 3


Se você é um daqueles internautas que gosta de trabalhar com imagens e fotografias , não pode deixar de conferir a mais nova novidade do Google: Picasa 3. Trata-se do já conhecido programa de visualização de imagens do Google.

Dentre as mais variadas vantagens algumas tem minha particular atenção. Inicialmente, ao executá-lo pela primeira vez o programa fará uma varredura em todo seu disco rígido em busca de imagens. Posteriormente, o Picasa organizará as fotos por ordem de data permitindo total facilidade de manuseio e localização das imagens. 

Outro recurso importante deve-se ao fato do programa permitir que você extraia fotos de sua câmera digital. Logo você pode unificar todos os serviços em um só programa. Ele ainda permitirá que após a extração das fotos elas sejam apagadas do disco de sua máquina digital.

Você também poderá conectar seu Picasa com o PicasaWEB que permitirá que faça uploads de suas fotos diretamente para um álbum online. Através do álbum online você poderá exibir fotos para os amigos em uma página particular. Também terá a possibilidade de deixar seus álbuns públicos ou privados. Trata-se de mais segurança para exibição de suas fotos na internet. Esse recurso, aliás, é uma grande vantagem em relação ao Orkut que oferece poucas possibilidades de restrição de imagens e, portanto, menos segurança.

Além dos recursos acima você também poderá aprimorar suas imagens, enviá-las por e-mail ou blogá-las diretamente do Picasa. No mais, a medida que utilizarem o programa verão quantos recursos inovadores você descobrirá com esse fantástico programa.

Só um detalhe! Como o Picasa 3 ainda está em versão beta é possível que você consiga baixá-lo apenas em inglês. De qualquer forma, a versão atual permanece disponível para download, com toda gama de idiomas possíveis.

Aproveitem !

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Mãe pede reprovação de filho em escola pública

Uma mãe desesperada pede a reprovação do filho que estava no 3º Ano do Ensino Fundamental e não conseguia ler e escrever. Essa notícia poderia ser absurda em qualquer país do mundo, mas no nosso é algo que infelizmente já ocorre com certa freqüência nas escolas. Isso tudo prova como os dados estatísticos que o governo divulga sobre a educação são falsos. 

O governo pressiona e elabora táticas para que os índices de aprovação estejam sempre elevados, ou pelo menos acima da realidade. Quem ainda não acredita na atual realidade peço que visitem qualquer escola pública mais próxima. Verão que o que falo não é exagero. Na escola onde leciono, por exemplo, podemos afirmar que 60% ou mais dos alunos possuem deficiências graves de aprendizado. Todavia, são empurrados pelo sistema para séries posteriores como se nada estivesse acontecendo. Por isso, passa a ser normal alunos do 9º ano não saberem interpretar, ler e escrever corretamente. Casos clássicos de analfabetismo funcional.

E o excelentíssimo ainda quer usar o dinheiro do pré-sal (início das operações 2011), para "melhorar" a educação.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Demagogia novamente?

Nas últimas semanas fomos tomados por um certo "sentimentalismo" com relação ao grande problema social do Brasil: Educação. Ocorre que nosso inestimável presidente comentou que utilizaria os recursos do pré-sal para reparar os erros do passado investindo pesado no setor.

Todavia, através da matéria do Jornal O Globo, nos últimos anos o governo deixou de repassar à educação cerca de 20 bilhões de reais. Seria um tanto paradoxal a idéia de que ao mesmo tempo que tenha deixado de investir no setor, avise para todos os cantos do planeta que boa parte do dinheiro do petróleo vá para educação.

Ainda de acordo com a matéria, a Constituição Federal prevê que o governo teria obrigação de investir o mínimo de 18% do arrecado em impostos com o setor educacional. Contudo, desde 1994 um dispositivo permite que o poder executivo possa usar 20% do arrecadado da forma como quiser. Desta forma, os 18% passam a ser referentes aos 80% restantes.

Apenas de 2003 a 2006 a MDE - Manutenção e Desenvolvimento do Ensino, teria deixado de receber algo em torno de R$13,394 bilhões. É certo que o tal DRU - Desvinculação de Recursos da União foi criado ainda em 1994, mas se o atual presidente estivesse realmente preocupado já teria revisto esse dispositivo ou destinado mais verbas para educação.

Nosso presidente sabe que as definições com relação ao pré-sal estão longe de acontecer. Logo, fazendo esta propaganda em prol da educação passa a idéia de que tudo não passa de jogada política.

domingo, 7 de setembro de 2008

Novas vagas no Ensino Superior

A proposta do governo em ampliar vagas e cursos no nível superior parece não ter agradado o sindicato ligado ao setor. Parece consenso de que o aumento na quantidade, deixando de lado a qualidade não é o rumo correto a se tomar.

Se analisarmos o histórico da educação básica brasileira veremos que nosso ensino piorou muito depois que a escola foi aberta para todos os cidadãos, sem fortes investimentos no setor com o intuito de manter ou mesmo melhorar a qualidade do ensino. Afinal, muitos lhe dirão que o ensino no passado poderia estar longe de ser modelo, mas certamente era muito melhor que o de hoje.

Portanto, a massificação da educação pode parecer uma idéia agradável, pois todos tem o direito a uma educação de qualidade. No entanto, sem investimentos acabamos por fazer um efeito contrário.

Enquanto nossos governantes continuarem investindo na educação da maneira deles (pintando paredes, trocando quadros e carteiras), nossa educação estará de mal a pior. Investir em educação está acima de melhorar a estrutura física. A estrutura humana é a primordial e está sendo deixada de lado.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Chrome já chega a 2,6% do mercado de browsers


Talvez pelo alvoroço e ansiedade de várias pessoas o Chrome, no primeiro dia de vida, conseguiu abocanhar 2,6% do mercado de browsers. Com esse resultado o programa deixa para trás o tradicional navegador Ópera.

Outro dado que chamou bastante diz respeito ao teste de velocidade feito por inúmeros pesquisadores especializados. Em inúmeros casos o programa do Google simplesmente destruiu os concorrentes, chegando a ser 42 vezes mais rápido que o Internet Explorer 7 e 9 vezes mais que o Firefox 3.

Por minha experiência própria o programa ainda fica devendo com relação a estabilidade e velocidade. Apesar dos dados comprobatórios acima não tive a sensação de tanta rapidez assim. De qualquer forma, permanecerei com os dois (firefox e chrome) fazendo constante comparação. Também já possuo o Internet Explorer 8 e confesso que melhorou muito em relação ao 7, mas sem condições de acompanhar os dois anteriores.

Muitas vezes o comodismo ou mesmo a falta de conhecimento faz com que a grande maioria das pessoas utilize o browser padrão do windows. Isso justifica o fato do Internet Explorer ainda possuir 60% do mercado.

Se o IE tivesse de ser baixado da internet como os demais browser, dificilmente conseguiria manter essa porcentagem de uso.

Até mais.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Google Chrome - Parte II

Quem estiver interessado em baixar o mais novo navegador do mercado. Faça o download aqui.

Trata-se da mais nova investida do Google, que aposta agora no mercado dos browsers. Vale a pena conferir o programa.

abraços.

Google Chrome

Tudo pronto para o lançamento nesta terça (2) do mais novo navegador do mercado: O Google Chrome. Segundo algumas fontes internacionais o Google estaria desenvolvendo este novo "browser" há dois anos e lançará a primeira versão BETA hoje.

Essa é mais um avanço rumo aos softwares livres que pelo que tudo indica dominarão o futuro da internet. Eu, particularmente, aguardo com ansiedade o lançamento pois sei que tudo que é lançado pela empresa apresenta novidades inovadoras. O próximo passo deveria seguir rumo ao desenvolvimento de um novo sistema operacional gratuito, de fácil instalação e manuseio. Teríamos a possibilidade de possuir um navegador com softwares livres, gratuitos e sem a necessidade de ceder a famosa pirataria de softwares.


Até mais.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Mais uma dos grampos ...

Sabemos que a privacidade foi quebrada, ferindo o princípio do direito à privacidade existente na constituição federal. Entretanto, poderíamos aproveitar as evidências do momento para discutir até que ponto nossos políticos devem ter sigilo em suas atitudes. Ora, estão ditando rumos sobre algo que nos pertence. Pelo menos teoricamente.

Acredito que a partir do momento que o cidadão se torna homem público deve ser vigiado constantemente até o fim de seu mandato. É claro que seriam necessárias algumas regulamentações para que não ocorressem exageros como os de hoje. Precisamos e devemos saber mais de quem mexe com o que não é propriedade apenas deles.

Afinal, quem não se lembra das famosas votações que ocorrem em sigilo no Congresso Nacional? Será que boa parte das leis que nos cercam não foram estrategicamente formuladas para beneficiar alguns grupos em detrimento de outros?

Vale refletirmos.


Escutas no governo

Tudo bem que as supostas escutas feitas pela ABIN - Agência Brasileira de Inteligência, tenham sido ilegais. Mas a ira por parte da maioria dos políticos seria mesmo pelos "direitos democráticos" que foram quebrados? Tem gente preocupado com o que disse pelo telefone nos últimos meses.

abraços.