A notícia de que o Iphone 3G chega ao Brasil com o preço mais caro de toda América do Sul nos faz pensar sobre a inteligência dos brasileiros. Até hoje não consigo entender como um aparelho e planos do Iphone no Equador podem chegar a ser R$600,00 mais barato do que no Brasil. Acho que em nosso país reina a máxima de explorar primeiro os otários de classe alta para depois conceder os restos de uma tecnologia talvez já obsoleta às classes média e baixa.
É por isso que fico indignado quando nos chamam de emergentes ou coisas do tipo. Do que adianta melhoramos no cenário econômico se as tecnologias continuam a chegar aqui com os preços nas alturas? E o engraçado é que quando comparamos nossas diferenças com potências desenvolvidas temos a justificativa de que eles são os criadores da tecnologia, e possuem desenvolvimento econômico e social maior, aliado a um excelente poder aquisitivo. E quando os nossos vizinhos conseguem mais vantagens do que nós? O que falar então de países como Equador, Venezuela e Uruguai? São melhores economicamente do que o Brasil? Certamente que não. Alguma coisa está errada! Não sei se são fatores externos ou internos, mas a questão é que somos freqüentemente explorados pelas empresas fornecedoras desses serviços. E o pior é ter a impressão de que apenas o nosso país faz parte dessa "maracutaia".
Até mais.
É por isso que fico indignado quando nos chamam de emergentes ou coisas do tipo. Do que adianta melhoramos no cenário econômico se as tecnologias continuam a chegar aqui com os preços nas alturas? E o engraçado é que quando comparamos nossas diferenças com potências desenvolvidas temos a justificativa de que eles são os criadores da tecnologia, e possuem desenvolvimento econômico e social maior, aliado a um excelente poder aquisitivo. E quando os nossos vizinhos conseguem mais vantagens do que nós? O que falar então de países como Equador, Venezuela e Uruguai? São melhores economicamente do que o Brasil? Certamente que não. Alguma coisa está errada! Não sei se são fatores externos ou internos, mas a questão é que somos freqüentemente explorados pelas empresas fornecedoras desses serviços. E o pior é ter a impressão de que apenas o nosso país faz parte dessa "maracutaia".
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