Depois de apresentada em alguns jornais, as tais pulseiras do sexo vem dando o que falar. Principalmente pelo fato dela estarem chegando agora nas principais cidades brasileiras. Se isso estiver realmente acontecendo no Brasil, será questão de tempo a chegada nas cidades de pequeno e médio porte.
A verdade é que essa brincadeira escancara ao público um fato que já vem acontecendo nos últimos anos, mas que muitos insistem em ignorar: A banalização sexual. Como professor de ensino fundamental e médio constato que já é algo habitual nas escolas a insinuação sexual principalmente das meninas.
Nas redes sociais, como o orkut, já é fato comum as jovens exibirem seus corpos para que todos vejam. E para surpresa de muitos já constatamos que há casos em que as próprios pais fazem as fotos.
Essa realidade sexual já está aí há muito tempo. A questão das pulseiras é apenas mais uma modalidade. Para quem tem filhos fica o questionamento: O que fazer com nossos filhos quando estão diante de tantos estímulos dessa natureza? A resposta é sempre a mesma: Conversa. Não adianta prender em casa, nem proibir sua filha de namorar, pois certamente ela o fará escondido. Então, se isso fatalmente vai acontecer, melhor que seja através de uma relação baseada em cumplicidade, respeito e confiança entre pais e filhos.
Também não adianta não ter uma relação aberta com os filhos e resolver do nada ter uma conversa relacionada ao sexo. Isso certamente não irá colar. A relação de confiança deve ser moldada desde os primeiros anos de vida, fazendo com que a criança cresça com a sensação de que não existem apenas pais em sua casa, mas também amigos verdadeiros.
