sábado, 28 de agosto de 2010

Acomodação brasileira

dinheiroDias atrás um amigo comentou que seguro de carro é igual plano de saúde. Os dois são fundamentais e necessários. O ideal, inclusive, é que nunca precisemos de utiliza-los. A partir dessa declaração fiquei pensando a respeito e reparei como nós brasileiros temos a tendência em se acomodar com a situação vigente.
Temos uma carga de impostos das mais altas no mundo. Somos taxados por tudo que fazemos ou pensamos em fazer. O governo, que a cada dia bate recordes de arrecadação, permanece oferecendo o mínimo, muito aquém do necessário para uma vida digna e justa.
Mesmo assim, nós brasileiros passamos a achar normal pagar um montante absurdo de impostos, e ainda pagar por serviços privados que nos dão “segurança” no cotidiano. Pagamos em dobro por tudo aquilo que precisamos.
O Brasil é uma das dez maiores economias do mundo. Ao mesmo tempo possui uma das maiores concentrações do globo. A massa brasileira ainda não se deu conta que o país tem sim, de sobra, muito dinheiro para distribuir. Onde fica a nossa segurança? E a saúde? Pagamos, mas não a temos. Preferimos pagar de novo a reclamar e exigir nossos direitos.
E assim vamos levando a vida. Somos manipulados e oprimidos por aqueles que detém a maior parcela do nosso dinheiro.

sábado, 14 de agosto de 2010

População mundial por latitude e longitude

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Como sempre a dinâmica populacional atrai a atenção de especialistas e leigos no assunto. A elevada densidade demográfica em algumas regiões acentua as desigualdades sociais e promove maior pressão sobre o meio ambiente.

A região do “formigueiro humano”, no sudeste asiático, se torna emblemática nesse sentido. O gráfico acima demonstra as maiores pressões populacionais por latitude e longitude. Constata-se a elevação do gráfico justamente na região de localização de países como China e Índia. Ambos os países ultrapassam a barreira de 2.3 bilhões de habitantes e apresentam graves contrastes sociais aliados a uma crescente degradação ambiental.

Cabe salientar que apenas o número populacional não determina as condições socioeconômicas de um país ou região. Entretanto, quando o grupo populacional aumenta a níveis como dos países citados fica evidente a potencialização dos problemas a se enfrentar, no sentido de proporcionar uma vida digna e menos desigual para maioria da população.