A sociedade como um todo, independentemente das gerações, tem o costume de eleger mocinhos e vilões, para o que acreditam estar de acordo com o juízo que fazem da realidade. Um desses vilões que vem transcendendo gerações é Adolf Hitler. Desde pequenos somos levados a acreditar que Adolf Hitler foi o demônio do século XX, marcado por uma intensa crueldade durante o tempo que esteve vivo.
Fotos como essas acima são veiculadas pela internet. A frase acima da imagem ilustra bem como as pessoas enxergam Hitler: Um ser que nasceu para matar. É válido destacar que a visão que temos de mundo nem sempre é verdadeiramente nossa, mas de uma ideologia dominante.
Voltando um pouco no tempo veremos que foi extremamente estratégico transformar Hitler no bode expiatório, daquele momento histórico. É visível que diante de uma guerra existem interesses. Assim como a Alemanha, a União Soviética e Estados Unidos também tinham suas visões geopolíticas, e buscavam o domínio de áreas além de seu território.
Não há, nesse humilde espaço, a tentativa de transformar Hitler em um mártir. É certo que ele é considerado, com muita razão, um dos maiores crápulas da história mundial. Todavia, vale destacar que para nós (área de influência dos Estados Unidos), Hitler nos foi passado em sua essência, ou seja, mostrado de forma verdadeira. Diferentemente disso, os interesses escusos dos norte-americanos foram mascarados pela já conhecida arte de dissimular e forjar situações. Se tivermos um pouco de tempo disponível para pesquisa na internet, veremos que os nossos “irmãos do norte” sempre estiveram por trás dos principais eventos militares, do século XX e XXI. Os incontáveis cadáveres produzidos pelos estadunidenses não os classificam como os mais crueis da história porque, até onde sabemos, são eles que fazem a história. Ou pelo menos, sãos eles que contam essa história para o resto do mundo.
Finalizo essa breve postagem com a foto de Bush pai e George W. Bush (Bush filho). Não acredito que esse bebê já tinha consigo a predisposição para massacrar árabes muçulmanos. Mas, se a sociedade gosta de considerar assim o bebê Hitler, por que considerar diferente o bebê Bush? Precisamos aprender a filtrar as informações que chegam até nós.